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Sistema de Auto-Avaliação Institucional da
Fafibe
SINAES Fafibe
O que é Avaliação Institucional?
Avaliação
Institucional é um
processo
desenvolvido por
membros internos e
externos de uma dada
comunidade
acadêmica, visando
promover a qualidade
das instituições em
todos os seus níveis
nos termos da sua
própria missão.
O que é Avaliação Externa?
A Avaliação Externa
é um importante
instrumento
cognitivo, crítico e
organizador das
ações da Instituição
e do Ministério da
Educação. É composto
por duas etapas:
- A visita dos
avaliadores à
Instituição.
- A elaboração do
relatório de
avaliação
institucional.
O que é Avaliação Interna?
Avaliação Interna ou
Auto-avaliação é,
portanto, um
processo cíclico,
criativo e renovador
de análise,
interpretação e
síntese das
dimensões que
definem as IES. É um
processo por meio do
qual uma instituição
constrói
conhecimento sobre
sua própria
realidade, buscando
compreender o
significado do
conjunto de suas
atividades para
melhorar a qualidade
educativa e alcançar
maior relevância
social.
Por que o processo de avaliação?
Com a avaliação
haverá mudanças no
processo acadêmico
de produção e
disseminação de
conhecimento, ela
contribuirá também
para a formulação de
caminhos para a
transformação da
educação superior,
evidenciando seu
compromisso com a
construção de uma
sociedade mais justa
e solidária e,
portanto, mais
democrática e menos
excludente.
O que vai ser
avaliado?
· A Missão e
Plano de
Desenvolvimento
Institucional
· As Políticas para
ensino, pesquisa
(modalidade
Iniciação
Científica),
pós-graduação
(modalidade Lato
Sensu) e extensão
· A
Responsabilidade
Social
· A Comunicação com
a sociedade
· Políticas de
pessoal, de
carreiras do corpo
docente e corpo
técnico-administrativo
· Organização e
Gestão:
· A Infra-estrutura
física
· O Planejamento e
avaliação da
auto-avaliação
institucional
· As Políticas de
atendimento a
estudantes e
egressos
· A
Sustentabilidade
Financeira
· Os Espaços de
relevância
institucional:
o Centro de
Convivência Fafibe
o Clínica
Escola de
Fisioterapia
Como será o processo?
O processo de
implantação e
desenvolvimento da
auto-avaliação na
Fafibe pauta-se em
vários princípios e
estratégias,
levando-se em
consideração os três
momentos do processo
– diagnóstico,
operacionalização e
conclusões e
recomendações, em
que se evidenciam:
· A promoção de um
projeto abrangente
de sensibilização,
que possibilite o
envolvimento e o
compromisso de toda
a coletividade;
· A observância das
particularidades da
Instituição;
· A condução de um
processo de
auto-avaliação,
visto como formativo
e não punitivo;
· A transparência
do processo e os
princípios éticos;
· O aperfeiçoamento
gradual e constante,
até atingir uma
avaliação global,
resultando em
relatórios e tomadas
de decisões;
· A garantia da
continuidade e a
incorporação dos
resultados, para o
aperfeiçoamento do
processo;
· A utilização de
uma metodologia que
permita a
articulação entre
todos os indicadores
envolvidos no
processo de
auto-avaliação;
· O envolvimento do
setor de
informática, a fim
de uma intensa
utilização de
recursos
tecnológicos,
maximizando
programas
facilitadores;
· A integração dos
diversos
dispositivos
avaliativos,
internos e externos,
já existentes na
Instituição;
· A estruturação,
de forma
democrática, de Sub-
Comissões, com a
responsabilidade de
implementar,
executar e monitorar
o processo, em suas
diversas ações,
referentes:
1- Ao
diagnóstico, por
meio da
identificação dos
principais problemas
e conquistas.
2- À
operacionalização,
nos seguintes
aspectos:
a)identificação
de ações de correção
e direcionamento do
processo;
b)estruturação
de um plano de ação;
c)acompanhamento
da execução dos
planos traçados e
sua divulgação.
Como é composto o processo de Auto
Avaliação da Fafibe?
O processo de
auto-avaliação da
Fafibe é composto
por três etapas:
1- Etapa
preparatória -
compreende ações que
envolvem a
constituição da CPA-
Comissão Própria de
Avaliação e de seu
regimento interno, o
planejamento
estratégico para o
desenvolvimento dos
trabalhos, com a
formação de
subcomissões
executoras, a
elaboração de uma
proposta de
avaliação, que
contenha a definição
de objetivos,
estratégias de
desenvolvimento e
implantação,
compreendendo a
operacionalização, a
metodologia, a
disseminação de
resultados, o
cronograma, dentre
outros elementos,
que se incorporam às
atividades
avaliativas, nas
dimensões propostas
pelo SINAES.
2- Etapa de
Desenvolvimento -
tem o início de seu
processo focado na
sensibilização, em
que se propõe a
apresentação e
discussão da
proposta, bem como a
mobilização para
continuidade de
grupos de estudos e
fórum de debates
para aprofundamento
da proposta
apresentada.
Tem como eixo
norteador das ações
a sistematização do
projeto de
auto-avaliação
institucional, em
que se concretiza a
definição de
reuniões de
deliberação, de
grupos de trabalho
executores e as
definições para a
construção dos
instrumentos de
coleta de dados e
ações, que envolvam
ajustes e testes dos
instrumentos
avaliativos,
meta-avaliação do
processo de
avaliação existente
até 2004,
localização, estudo,
análise e tratamento
de documentos
avaliativos, com
seus respectivos
indicadores,
pesquisa e definição
da metodologia de
avaliação.
Ainda, nesta etapa
de desenvolvimento,
define-se o plano
operacional para
execução e
encaminhamento de
relatório parcial
das atividades de
auto-avaliação para
CONAES/INEP.
Esses procedimentos
são realimentados
por um momento de
sensibilização, em
que se pretende a
divulgação do plano
operacional e
relatório parcial,
para que se proceda
o ajuste definitivo
da proposta. Também,
nessa etapa de
sensibilização,
realiza-se um
seminário, ampliando
os estudos e as
discussões do
processo de
avaliação.
Em uma segunda fase
da etapa de
desenvolvimento, há
o processo de
execução do sistema
de auto-avaliação,
com ações que
envolvem a aplicação
dos coletores de
dados, análise,
tratamento,
tabulação e
discussão dos
resultados.
Essa segunda etapa
do desenvolvimento
contempla também a
preparação dos
relatórios parciais,
divulgação e
encaminhamento dos
mesmos para CONAES/INEP.
A etapa de
desenvolvimento
também compreende,
um terceiro momento
dedicado à
sensibilização, a
fim de divulgar os
relatórios parciais
e promover debates e
discussões sobre os
mesmos.
3- Etapa de
Consolidação do
Processo - as
atividades de
consolidação
norteiam-se pela
elaboração do
relatório final,
envolvendo ações de
definição de formato
do mesmo, análise e
tratamento dos
relatórios parciais,
preparação dos
documentos para
divulgação e
elaboração do plano
de adequação e
implantação dos
resultados.
Insere-se, ainda,
nessa etapa, a
divulgação do
relatório final do
sistema de
avaliação, bem como
a elaboração de um
balanço crítico, que
apresente a análise
das estratégias
adotadas pelo
sistema, análise
diagnóstica dos
principais problemas
e possíveis causas e
dos aspectos
positivos relevantes
da Instituição, bem
como o planejamento
das ações futuras. A
consolidação do
processo efetiva-se
com o encaminhamento
do relatório final
do processo de
avaliação para
CONAES/INEP.
Qual é o prazo de implantação do Sistema de Auto-Avaliação da
Fafibe?
O Sistema de
Auto-Avaliação da
Fafibe, conforme o
modelo proposto pelo
SINAES, iniciou em
Junho de 2004 com a
constituição da
Comissão Própria de
Avaliação – CPA e
terá em fevereiro de
2006 a finalização
da sua primeira
rodada de
operacionalização.
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